Dreamgirls

dreamgirls.jpgNeste fim de semana fui “arrastado” para ir ver Dreamgirls, o musical de Bill Condon baseado na história das Supremes. O filme não foi tão mau quanto eu pensava mas também não me conseguiu surpreender. E pior do que ir ver um musical que a principio não se quer ir ver, é ir ver um musical numa sala de cinema com som “mono”, o que tira grande parte da piada do filme…

Dreamgirls ganha por ser um musical. Pode parecer paradoxal pelo facto de eu não gostar de musicais, mas é esse factor que salva o filme. A história não é nova e, apesar de ser baseada em factos verídicos, não traz nada de inédito, refrescante ou que nos faça lembrar dela durante muito tempo. É apenas mais uma história de sucesso, amizade, traição e o mundo sujo dos negócios…

Deena Jones (Beyoncé Knowles), Effie White (Jennifer Hudson) e Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) são um grupo de cantores que se dão pelo nome de Dreamettes. Depois do sonho de vencerem um concurso de talentos ter ido por água abaixo, são recrutadas para fazerem o coro de James “Thunder” Early (Eddie Murphy) durante a sua tour. À medida que a tour vai avançando, elas vão ganhando notoriedade e conseguem um número só seu, dando-lhes a possibilidade de mais protagonismo e notoriedade. O problema é que Effie, a cantora solo, passou para segundo plano pois Deena, com uma aparência mais jovem e sexy, dará mais nas vistas e fará delas um sucesso ainda maior. Effie revolta-se e sai do grupo. Pelo meio assistimos ao declínio de Early, à ascensão do produtor Curtis Taylor (Jamie Foxx) e a à emancipação de Effie.

Simples na abordagem e superficial, Dreamgirls traz-nos boas surpresas na representação. Jennifer Hudson, vencedora de um Oscar, tem uma prestação muito boa, embora na minha opinião não justifique o prémio… O filme dá a oportunidade a Beyoncé de actuar, o que faz com bastante avontade e qualidade, e ainda a oportunidade de Eddie Murphy cantar. Mas não só canta como encanta! Tanto a sua prestação enquanto homem forte da Soul mas também após o seu declínio como um homem revolta e afundado nas suas memórias.

A banda sonora merecia, essa sim, um prémio. As músicas escritas directamente para o filme são excelentes e muito bem pensadas. A interpretação destas também foi muito, mas mesmo muito, bem conseguidas.

A nível mais técnico, o que me fica mais no olho foi a fotografia, que varia consuante o espirito corrente no filme e nos transporta para dentro do mesmo.

Mas, não é um filme por aí além… vê-se bem (se for com bom som então ainda deve ser melhor) com umas pipocas na mão. Não justica uma ida ao cinema, para mim, mas vale a pena ver quando sair na versão DVD.

Nota:

3 thoughts on “Dreamgirls

  1. Rui Lopes diz:

    tanto erroooo meu deus😉
    E que péssima crítica!

  2. Erros tudo bem…
    Péssima crítica? Isto é uma opinião e como tal… cada um tem a sua!

    Obrigado pelo péssimo comentário de qualquer forma!

  3. Sim, concordo plenamente contigo…a banda sonora está muito boa “Lisen” e “One night only” (as 2 versoes) para mim são as minhas musicas preferidas. Sem dúvida não é um grande filme, mas surpreendeu-me!

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