O Pão Nosso de Cada Semana – LOST

Como já não escrevia aqui no blog há muito tempo, acho que está na altura de voltar a falar um bocadinho sobre algumas das séries que me têm ocupado o meu escasso tempo disponível. (ok… não é assim tãooo escasso mas pronto…).

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E achei bem recomeçar esta rubrica d’ “O Pão Nosso de Cada Semana” com uma das séries de maior culto e reconhecimento a nível mundial: Lost. E porquê só falar de Lost agora? Simples: depois ter de visto religiosamente a primeira temporada, não consegui seguir a segunda e, logo, deixei para mais tarde o visionamento da série na integra (entenda-se: até à última temporada disponível).

Nestas últimas semanas tenho-me dedicado a ver dois a três episódios por dia da série criada por JJ Abrams e companhia e parece que, há medida que mais vou vendo, mais quero ver. Não é um simples caso de “vício” causado por um ou dois episódios deslumbrantes. Não! É um crescimento exponencial do interesse na série, causado pelo perfeito desenrolar de toda e qualquer situação ou evolução/desenvolvimento de qualquer personagem .

Lost não é, metaforizando, uma corrida dos 100 metros (embora tenha a intensidade de uma!) mas sim uma maratona de descobertas, emoções e fantasias.

As aventuras de Jack, Kate, Locke e “companheiros de queda” evolui e avança na história sem – quase – nunca cair no ridículo, sendo que cada cenário de cada acção é pensado pormenorizadamente para nos manter de olhos bem abertos e sempre a pensar no que estará realmente a acontecer naquela ilha.

Não me posso, nem quero, alargar muito naquilo que há para dizer sobre Lost, pelo que este fica um post mais slim do que é habitual, mas as razões são óbvias: qualquer revelação, além do facto de terem caído numa ilha, é já informação que quem quer que esteja a ler isto não quer saber, porque é demasiado bom ver e apreender tudo o que Lost tem para oferecer.

Neste momento estou a ver a 4ª temporada e só posso desejar que não acabe, porque imaginar ver a quinta temporada apenas semanalmente… arrrghhhh!

Aconselhada a todas as pessoas com alguma imaginação e com necessidade de uma série bem pensada, bem estruturada e, acima de tudo, “revolucionária“. Ah! E quando pensarem: “Oh pá, estes episódios são para encher chouriços!“, acreditem que todos eles fazem parte de algo bem maior e que lhes irão encontrar significado mais à frente na série.

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