06/18/2009

Trailer – 2012 (OH. MEU. DEUS!!)

2012

Nos últimos tempos (meses ou anos) temos falado de senhores como Michael Bay ou JJ Abrams como reis e senhores dos blockbusters. Mas, meus senhores, vocês são uns meninos à beira de Roland Emmerich. Sim, e não fiquem chateados porque este homem não tem mesmo limites e é muito difícil acompanhar-lhe o ritmo.

Para o confirmar, chegou hoje à rede o trailer do seu mais recente filme, 2012. Segurem-se bem, meninos e meninas… este é daqueles que nos fazem subir às paredes. Vejam em alta definição (sim, é completamente obrigatório) no Yahoo!

Para rematar, fica a frase deixada por mim no Twitter: 2012 faz Transformers 2 parecer um filme indie…

06/11/2009

Trailer – Shutter Island

shutter

Mais uma vez aqui venho sem estar a contar, mas como estamos perto das 3h da manhã e o trabalho para a Universidade está bem encaminhado, acho que se torna a modos que imperativo trazer este trailer ao vosso conhecimento.

Se pela simples razão de ser um filme de Martin Scorsese já é suficiente para despertar curiosidade na maior parte dos cinéfilos, a presença de Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo e Ben Kingsley também deve ajudar. Se não for suficiente, e se me tiverem em alguma consideração, digo-vos que, pelo menos o trailer, consegue roçar a perfeição de uma forma bastante natural.

A história parece entrar algo pelo fantástico, mas afinal parece mesmo ser tudo às sérias, claro que com grande imaginação e mestria. Dois US Marshals (os dois nomes grande li em cima) são chamados a investigar o misterioso desaparecimento de uma doente psiquiátrica de uma prisão de alta segurança, dirigida pelo terceiro grande nome ali em cima, para criminosos com perturbações mentais. O filme é baseado num livro homónimo, escrito por Laeta Kalogridis.

Foi dos trailers mais convincentes que tive a oportunidade de ver este ano, ultrapassando mesmo Public Enemies (mesmo sendo dois estilos diferentes).

Vejam por vocês mesmos no site da Apple, onde pode ver em alta definição (e bem merece!).

E, para finalizar, acho que nem era preciso dizer que este tem um selo de obrigatório estampado por todo o lado.

06/07/2009

O regresso impõe-se por um dia: HOME

HOME

HOME

Já não vinha aqui escrever o que quer que fosse há uns bons meses… infelizmente a vida académica tem-me ocupado bastante tempo, as minhas outras actividades pessoais estão cada vez mais avançadas e tenho projectos em mão que neste momento me impedem de escrever aqui. Ou melhor, não me impedem de escrever mas, dado que não vejo filmes ou séries na quantidade “exigida”, é praticamente impossível escrever aqui algo que utilidade tenha.

Mas, passada esta enfadonha introdução, vamos ao que realmente interessa: HOME – O Mundo é a Nossa Casa.

Não me alongar em considerações sobre o filme porque já são quase 5h da manhã, estou exausto, mas tinha obrigatoriamente de vos deixar esta recomendação em jeito de “ordem”: vejam HOME. Um documentário sobre os efeitos da actividade humana no nosso planeta. Filmado de cima mas que proporciona uma percepção com os pés bem assentes na terra (melhor dizendo – Terra).

Vejam, no YouTube, com áudio em português, com uma resolução bem decente. Caso pretendam, podem sempre ver num cinema Lusomundo ou comprar o DVD ou Blu-Ray numa loja Fnac.

04/10/2009

Moon – Claustrofobia Espacial – Trailer


Mais uma vez venho com um pedido de desculpas pela falta de actualização deste espaço, mas o tempo tem sido todo aproveitado para tomar conta de outros “projectos” pessoais, seja pela internet ou fora dela. Este espaço não deverá fechar tão cedo, mas concordo que sendo pouco actualizado, não seja tão “recomendável”. Tentarei que seja minimamente actualizado, nestes tempos mais conturbados.

Mas indo ao que realmente me trouxe aqui hoje, queria deixar-vos o aviso para um filme que me parece ser uma valente experiência claustrofóbica, bastante ao estilo de Sunshine (de Danny Boyle) mas com contornos mais pessoais e existencialistas. Não posso, para já, afirmar que será um filme daqueles para saborear e recordar durante muito tempo, mas que tem pinta para isso, lá isso tem.

Ora, para ser mais concreto, falo de Moon, filme realizado por Duncan Jones (um estreante na realização) com história do próprio, adaptada por Nathan Parker. No papel principal (e, pelos vistos, quase “único”) está Sam Rockwell, um actor já com créditos dados mas sem nunca ter brilhado de forma tão central num filme. Pelo primeiro trailer e pelos comentários que por lá são mostrados, podemos assumir que o seu one-man show é algo notável e digno de receber muito reconhecimento.

Em Moon, iremos acompanhar a história de Sam Bell, um astronauta fechado numa base lunar onde trabalha para tornar a Terra num planeta menos dependente do petróleo. A chegar ao fim dos seus 3 anos de contrato, vê-se confrontado com possíveis ilusões e paranóia, tendo apenas um computador inteligente para o acompanhar.

O trailer pode ser visto no IGN e já consta da minha de lista de must-see deste ano. Espero que estreie por cá. Nos festivais por onde passou arrecadou imensos elogios, logo seria um crime não o trazer aos cinemas deste país.

(Mensagem escrita através do Blogo. Isto é bastante porreiro. Aconselho a que utilizar Mac.)


03/25/2009

Where the Wild Things Are – Trailer


Muito tem sido o burburinho em relação a Where the Wild Things Are. O filme deSpike Jonze, adaptado de um famoso livro escrito porMaurice Sendak, tem sido alvo de muita expectativa desmedida por tudo que é blogue de cinema, nacional ou internacional.

Desde a primeira imagem do filme percebeu-se que estávamos perante um dos filmes mais arrojados do ano, pela sua envolvente para-normal ou pelo seu lado mais emocional. Não li o livro em questão, mas a julgar pelo primeiro trailer a minha opinião vai no sentido de concordar com qualquer expectativa altíssimo de qualquer pessoa. De facto, o primeiro trailer é algo que se pode apelidar de épico (sim, eu sei que chamo épico a muita coisa, mas desta vez é mesmo “Épico!!”). Não vou ler sobre o filme, não vou ver mais nenhum trailer e espero conseguir fugir a críticas antecipadas ou spoilers desnecessários até dia 16 de Outubro porque me quero sentir completamente absorvido pelo filme. De qualquer forma, e como tomei esta decisão só depois de ver o trailer, aqui fica um link para o site da Apple, onde podem ver em vários formatos o primeiro trailer oficial.


03/25/2009

Marilyn Manson, no Porto

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Se há banda/artista que sempre me agradou e que sempre este lá bem no topo das minhas preferências e referências, é sem dúvida Marilyn Manson. Não me vou alongar nem aprofundar o “porquê” de assim ser, mas foi daquelas bandas que me lançaram na música e que ainda hoje tocam repetidamente no meu iTunes.

Depois de vários concertos em festivais, Marilyn Manson voltam a Portugal, desta vez ao Coliseu do Porto, para apresentarem o novo álbum - The High End of Low – e é tão certo como a água ser transparente (era para dizer que não tem sabor, mas…) eu estar lá mais uma vez.

Quem quiser saber mais detalhes sobre o concerto, a ter lugar a 17 de Junho, basta visitarem o FestivaisPT.

03/24/2009

Ice Age: Dawn of the Dinosaurs – o primeiro trailer

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Ora cá estou eu outra vez. Não era bem com um notícia que queria cá voltar mas ando com uma falta de tempo tremenda para escrever algo que jeito tenha. Por isso, deixo os meus textos sobre Seven Pounds e Milk para os próximos dias, mas entretanto deixo-vos com algo digno de nota.

Já anda por aí o primeiro trailer para Ice Age: Dawn of the Dinosaurs, o terceiro filme da saga da FOX que mais acérrimos fãs tem angariado nos últimos anos.

Pelos vistos, oficialmente este trailer só sai amanhã, mas o pessoal do Trailer Addict adiantou-se e lançou na rede o video.

Podem vê-lo inteirinho aqui. Espero que Scrat tenha um papel mais central na história, ou melhor dizendo, mais tempo de ecrã. É uma das personagens animadas mais maravilhosas do cinema.

03/09/2009

Watchmen

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Foi com alguma relutância que fui ver Watchmen ao cinema, na passada Sexta-feira. A quantidade alarmante de más críticas internacionais, bem como algumas nacionais, preocupou-me a ponto de já pensar que o filme seria mesmo um falhanço total. Mas, ao contrário disso, encontrei um dos filmes mais completos de sempre, no que se refere a adaptações de banda desenhada.

Baseado numa das mais aclamadas novelas gráficas de sempre, publicada nos anos 80 por Alan Moore e Dave Gibbons, Watchmen, o filme, é uma fotocópia cinematográfica da obra original. O meu conhecimento desta última não é muito alargado, resumindo-se (para já) aos 4 primeiros volumes, mas facilmente se percebe que, a nível estético, foi atingido um nível de similaridade tal que é difícil dissociarmos as duas obras. Não se pouparam esforços neste campo, como é facilmente visível pela excelente caracterização da personagens e cenários. Mas não é só aí que o filme se distingue. Quando vi o filme não tive em consideração toda a complexidade inerente na obra original, mas há medida que vou lendo mais me apercebo do facto de o filme tornar essa complexidade em algo igualmente desenvolvido mas fazendo-o de outra forma. Como seria impossível colocar todos os diálogos (ou monólogos) no filme, é perceptível que tudo isso é colocado de forma subliminar nas expressões das personagens e na forma como se relacionam. Há também a maravilhosa sequência dos créditos inicias que nos introduz ao passado de toda a acção, não tendo o espectador de especular como teria sido. Muito bem enquadrado e é mais uma prova de que o filme foi feito com um conhecimento superior da obra e das suas particularidades.

Zack Snyder, realizador responsável por 300, é já tido como um mestre na arte de criar cenas e cenários muito explícitos, concedendo-lhes uma beleza muito particular. Neste Watchmen faz tudo aquilo que se gostaria que um filme sobre Watchmen fosse: fiél, revolucionário (como o foi a novela gráfica) e épico. E não se enganem ao pensar que um filme de super-heróis (que não o são, na verdade) não poderá ser assim. Depois da experiência que tivemos com The Dark Knight, sabemos que tudo é possível. Na minha modesta opinião, Watchmen está no mesmo patamar do anterior referido. Talvez de uma forma diferente, mas com uma profundidade que o coloca num pedestal, para ser venerado ao longo de muitos anos.

É muito difícil falar sobre Watchmen, o filme ou a obra. Uma análise detalhada daquilo que representa daria pano para mangas, mas agora importa falar sobre o resultado cinematográfico. Talvez essa análise fique para mais tarde, quem sabe.

No que toca ao elenco só se pode dizer que todos foram escolhidos a dedo e todos eles souberam interpretar e representar muito bem cada uma das personagens. Destaque para o grande Jackie Earle Haley que torna Rorschach, talvez a personagem mais representativa do filme, num ícone a ser relembrado durante muito tempo. (Ah! E Malin Akerman que me faz desejar ser completamente espancado pela sua Silk Spectre II.)

A banda sonora encaixa como uma luva. A princípio estranhamos porque estamos à espera de algo mais épico em algumas cenas mas depois entranha-se de tal forma que acompanhamos a cantoria em plena sala de cinema.

As diferenças que, para já, notei em relação à banda desenhada não fazem com que goste mais ou menos do filme. A ideia é exactamente a mesma, com uma perspectiva diferente. E nem aí se podem apontar defeitos porque, como é óbvio, seria impossível transpor tudo para o grande ecrã em apenas um filme, e nas rápidas quase três de duração.

Acho que já me comecei a repetir mas o que importa mesmo é que adorei Watchmen. E fiquei ainda mais fascinado pelo universo que Watchmen representa. Toda a envolvente social (e o que a originou), as complicações que isso poderia ter causado (ou causou), a sociedade que ali se criou (ou poderia ter criado). Há muito, muito mesmo, a dizer sobre Watchmen. Não vou dizer que tudo o que se pode apreender da banda desenhado está retratado no filme. Seria hipócrita da minha parte. Mas, isso não faz dele um filme menos competente. Facilmente se poderia ter feito um filme que vendesse muito mais, que criasse muito seguidores. Mas Watchmen não caiu nesse facilitismo. O que me parece é que há demasiados puristas por aí… são “gostos” e “opiniões…

(sinto que ainda há muito para dizer sobre este filme. Talvez escreva mais qualquer coisa nos próximos dias. Mas, em vez de ficarem à espera que isso aconteça, levantem-se no sofá e invistam 5€ neste filme. Acreditem que o retorno é muito  recompensador.)

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03/07/2009

Breaking Bad volta já amanhã

Um pequeno aparte antes de ir directo ao assunto: já vi Watchmen, sim senhor. Mas antes de escrever algo mais elaborado, preciso de o digerir primeiro. Mas, resumindo, considero-o um filmaço!

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Agora, sobre Breaking Bad, uma das melhores séries do ano passado, trago a notícia do seu recomeço. Amanhã, durante a madrugada, sairá o primeiro episódio da segunda temporada.

A magnífica primeira temporada, com apenas 7 episódios, introduziu-nos à vida de Walter White, um professor de química que descobre que tem cancro do pulmão em fase terminal. Desligando-se da sua condição, começa então a ver a vida com outros olhos, perpetuando a velha máxima do “um dia de cada vez”, tentando fugir ao seu incontornável destino, ao mesmo tempo que faz tudo para assegurar o futuro da família. É então que se decide por entrar no lucrativo mundo da droga, aproveitando os seus conhecimentos científicos para produzir a mais pura das drogas. E para não me alargar muito, não querendo inventar a roda, deixo-vos o link para uma mensagem no TvDependente relativa filme e ainda outro, no mesmo sítio, com uma análise mais alargada mas com alguns spoilers.

Esta segunda temporada contará com 13 episódios, o que prova a aceitação da série. Para quem não viu, é seguramente uma das séries a colocar na “wishlist”.

03/05/2009

Segunda contagem decrescente

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Se há coisa que me irrita é o facto de, após uma longa contagem decrescente, ter de enfrentar uma outra contagem decrescente. Pior ainda é o facto desta segunda ser ainda mais angustiante do que a primeira.

De que estou eu a falar? Simples: primeira contagem: esperar pela estreia de Watchmen; segunda contagem: esperar por realmente poder ir ver o filme, sabendo que já há uns milhares de privilegiados que o estão a ver neste momento.

Ainda assim não me posso queixar muito, já que, ou amanhã ou Sábado, é certo que não o vou deixar escapar.

03/05/2009

500 Days Of Summer – Uma história sobre o amor

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Desde que foi apresentado em Sundance, 500 Days of Summer tem arrecadado muito boas críticas em toda e qualquer publicação online ou nos formatos convencionais. Parece ter uma aura que contagia, algo de especial que o torna diferente. O primeiro teaser mostra isso mesmo e implanta-nos automaticamente com um desejo indomável de o ver o mais rapidamente possível.

Foi agora disponibilizado o trailer, não tão perfeito quanto o teaser, mas ainda assim continua a adoçar o apetite. Nos papeis principais, temos o grande Joseph Gordon-Levitt, que nos brindou com Brick e Lookout, e Zooey Deschanel, uma jovem de quase 30 anos já com um historial impressionante. Talvez este seja o seu salto para papeis mais nobres.

O tema não poderia ser mais básico: Rapaz conhece rapariga -> rapaz apaixona-se -> rapariga não -> rapaz luta pela rapariga. Mas, pelo que tenho lido, o filme vai muito além dos lugares comuns dos romances das tardes de Domingo. Também tenho essa esperança, embora seja esquisito que um filme tão bem cotado seja escrito pelos mesmos senhores de Pink Panther 2. Mas toda a gente merece uma segunda oportunidade e parece que estes dois a aproveitaram muito bem.

Os posters que aqui deixo são temporários, à espera que um deles seja escolhido pelos internautas. Podem participar nesta escolha no /film. O meu voto vai directamente para o número 3 (primeira coluna, segunda linha, para ser mais exacto).

03/04/2009

Cube Zero

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Antes sequer de começar a falar deste filme, importa salientar que sou um fã acérrimo do Cube original. Era algo diferente, imaginativo, muito bem enquadrado e com um sentido filosófico muito próprio, capaz de nos fazer andar às voltas com todas as questões ali levantadas. Há filmes que valem pela sua subjectividade e Cube pertence sem dúvida a esse universo. Já Hypercube foi uma completa desilusão. Há dias tive uma troca de ideias sobre o filme, na qual defendi o facto de o falhar por nos tentar dar uma espécie de conclusão sem qualquer tipo de enredo válido que lhe desse significado. Mas isso seriam outras conversas e agora o importante é mesmo Cube Zero.

Indo directo ao assunto, Cube Zero é aquilo que se pode considerar um filme feito para viver dos sucessos do passado. A saga Cube, principalmente o primeiro filme, tem imensos seguidores e há pessoas a tentar tirar partido disso sem ter um bom argumento a sustentar essa decisão. Não quero com isso dizer que este filme seja totalmente nulo nesse sentido. Aguenta-se bem até uma certa parte do filme mas depois descamba porque tenta finalizar, dar-lhe um sentido, um significado, uma explicação. Por muito ténue que isso seja, fica-lhe mal. E é essa a sua maior falha, porque Cube foi grandioso porque nos deixou a divagar. Foi reconhecido porque foi inovador na sua concepção. Este limita-se a navegar mares anteriormente navegados, sem saber onde atracar. E quando o faz… enfim… tira toda a magia à saga.

Importa realçar que Cube Zero, tal como o próprio nome indica, é uma prequela e logo apresenta-nos toda a acção de uma forma mais explicativa e declarativa dos eventos que por lá se passam. E, para quem não sabe onde é o “lá”, tenho a dizer simplesmente que pessoas são metidas num cubo gigante, com imensas divisórias, sem memória daquilo que lhes aconteceu anteriormente. Para quem viu o primeiro filme, há desde logo algumas contradições óbvias no funcionamento da maquinaria. Mas mais uma vez, isso são outras histórias…

Não vou deixar nomes, porque são demasiados, mas há uma coisa que os une a todos: acredito que muito deles nunca mais tenha trabalhado em cinema. Claro que grande parte do problema advém do argumento – básico, simples, sem imaginação, sem criatividade – mas a grande maioria destes actores não convencem ninguém. Muito frios, sem grande emotividade, fazem aquilo para que são pagos como se se tratasse de uma peça de teatro da festa de Natal lá da escola.

A única coisa que vai salvaguardando a mística do filme, são as armadilhas das salas bem como algumas das explicações dadas para o seu funcionamento. Mas não quero dizer que isto salve o filme. Apenas faz com que não adormeçamos a meio. É isso e o facto de ser notoriamente mais gore. Não é que lhe fique mal…

Para quem já viu os dois filmes anteriores, talvez seja interessante ver este apenas para poderem dar mais valor da Cube original. A todos os outros, por favor fiquem longe… muito longe!

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03/04/2009

Public Enemies – Trailer

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Não me vou alongar muito nesta mensagem, uma vez que ainda há pouco deixei aqui uma sobre Public Enemies também. Nessa, deixei-vos o primeiro poster do filme. Desta vez, e para grande regozijo meu, quase em primeira mão, deixo-vos o excelente trailer do próximo filme de Michael Mann, que conta com Johnny Depp, Christian Bale e Marion Cotillard.

Podem vê-lo no site da Apple, em várias versões, incluindo em alta-definição. Basta clicarem aqui.

As expectativas são, para não variar, cada vez maiores.

03/04/2009

DiCaprio + Nolan

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Se por um lado gostaria de poder estar a falar sobre um possível terceiro Batman de Christopher Nolan, por outro fico contente por não se limitar/ficar preso a essa saga e, assim, escolher fazer outros filmes, com novos temas, novos desafios onde a sua criatividade não fique enfrascada.

Um bom exemplo disso foi com certeza quando realizou The Prestige, entre Batman Begins e The Dark Knight. Um filme que passou ao lado de muita gente, mas em qualquer um que tenha tocado, deixou uma marca profunda. Grande filme, sem dúvida, que só veio confirmar o que toda a gente sabia: o realizador de Memento estava mais maduro, mais perfeccionista, mais realizador. A consagração com The Dark Knight era inevitável.

Agora, e esperemos que seja só uma pausa antes do terceiro filme sobre o cavaleiro negro, Nolan está de regresso com Inception, como já havia escrito aqui há umas semanas atrás. Sim, é sci-fi, mas é Nolan. Logo, é obrigatório.

Mas não é só Nolan que causa boa impressão neste filme. Foi hoje anunciado que Leonardo DiCaprio fará o papel principal. Com dois enormes talentos, só pode mesmo sair boa coisa. Fala-se também que há a possibilidade de Hellen Page contracenar com DiCaprio mas ainda não há certezas. Seja como, está no bom caminho.

03/03/2009

Public Enemies – Poster

Acabei de dizer no twitter e sinto-me na necessidade também de partilhar aqui: na mensagem anterior, queixei-me da falta de tempo. Pois bem, os senhores responsáveis pelo bem estar das pessoa decidiram castigar-me por tais declarações, dando-me uma maravilhosa entorse no pé esquerdo. Eu estava a brincar! A sério! Enfim…

O lado positivo de tudo isto é o facto de, pela primeira vez desde há bastante tempo, ficar em casa. Não vou tomar café, nem ir ver a mais-que-tudo… logo, o tempo de hoje para mensagens aqui no blog é alargado. Eu gosto de aqui escrever mas espero que amanhã tudo isto tenha sido apenas um sonho e esteja novamente a correr. Pouco provável.

Para começar (e espero que não seja para acabar também), achei por bem deixar aqui o novíssimo poster de Public Enemies. Actores de topo como Johnny Depp ou Christian Bale e Michael Mann por detrás da câmara, tornam-no num dos filmes mais apetitosos deste próximo verão. Nele, Bale interpreta um agente do FBI que tenta apanhar um bando de criminosos liderados pela personagem de Depp. Dados os conhecidos atributos dos dois actores e considerando que Michael Mann nos ofereceu filmes como The Insider ou Heat, penso que são motivos mais do que suficientes para estarmos bem atentos. Convencidos? Eu também!

Para já, e enquanto esperamos religiosamente por qualquer novidade em relação a ele, fica apenas o poster.

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